IDADE MÉDIA!

Templo Suspenso.
Templo Suspenso.

O TEMPLO SUSPENSO

 

Uma das sete maravilhas do mundo. Um lugar sagrado para os taíoistas, situado suma bela paisagem... este é o Templo Suspenso da China.

 

Cosntruído por volta do ano de 491 EC, este templo com o passar dos anos sempre era renovado. Apesar de estar de pé a mais de mil anos, o que chama a atenção nele é sua estrutura, construído ao lado de uma montanha, mas não no chão. Todo o templo é sustentado por vigas fincadas na montanha Hengshan.

 

Os pilares que sustentam o templo.
Os pilares que sustentam o templo.

As madeiras fincadas na montanha foram tão bem feitas que quanto mais peso tiver, mais seguro e firmado irá ficar o templo.

 

Uma curiosidade. Existem ali alguns pilares que tem 50 metros de altura, e acabam se firmando no chão, mas não servem pra nada, pois estão ali só para que as pessoas se sintam seguras.

 

 

 

Na imagem acima: Buda, Confucio e Laozi, os três seres adorados no budismo, confucionismo e taioismo.
Na imagem acima: Buda, Confucio e Laozi, os três seres adorados no budismo, confucionismo e taioismo.

O templo dá a sensação de que esta flutuando, tem cerca de 40 salas, 6 salões principais que contém estátuas e esculturas, e vários artefatos religiosos. No mesmo lugar cultua-se o budismo, taioismo e confucionismo. Os fiéis acreditam que ele esta ligado com a natureza, pois o templo adentra na montanha.

 

Visitantes passando por um estreito corredor na montanha.
Visitantes passando por um estreito corredor na montanha.

Mas por que foi construído um templo que faz "simbiose" com uma montanha? A resposta é bem ampla. Primeiro, a localização protege o templo de chuvas, ventos, inundações e exposeição demasiada ao sol. Segundo lugar, na cultura asiática o contato com a natureza é supremo.

 

E tudo isso pode ser visitado hoje na atualidade.

POR ALX

Estátua de Gêngis Khan.
Estátua de Gêngis Khan.

O GRANDE MONGOL 

 

Nasceu no ano de 1162, um menino chamado Temudjin, o filho do líder de uma tribo, nas montanhas do leste da Mongólia. Quem visse Temudjin quando criança, diria que ele nunca se tornaria o líder do maior império contínuo da terra, ninguém diria que ele se tornaria... Gêngis Khan.

 

Quando o garotinho tinha apenas cinco anos de idade seu pai foi assassinado, e sua família se disperssou. Temudjin passou a ter uma pobre e triste vida nômade, ele, seus irmãos e sua mãe Hoelun, viviam juntos.

 

Nos primeiros anos de vida é que forão forjados em Temudjin, o grande guerreiro e líder. Como filho mais velho, ele era o chefe da família. Aprendeu a fazer alianças vantajosas com os vizinhos. Numa certa ocasião, quando cavalos foram roubados, ele mostrou ser um bravo guerreiro por os recuperar.

 

Em 1180 se casou com Boerte.

 

Muito esperto ele usou peles de zibelina (os dotes de Boerte) para ganhar a simpatia de Toghrul (também chamado de Ong Khan, Príncipe Rei), que era um antifo aliado de seu pai, e líder dos Kerait. Em 1182 ele foi capturado e mantido refém por um clã rival, mas conseguiu escapar.

 

Quatro anos após se casar, Boerte, sua esposa é sequestrada por um clã rival. Mas com a ajuda de Jamuka, o patrono de Toghrul, ele resgata sua esposa.

 

Em 1185 nasce o filho de Temudjin, Jochi. Mas a família duvida da paternidade do pai.

 

Em 1190, após vitoriosas campanhas militares ele unificou todas as tribos mongóis e fez o código de leis Yassa. Em decorrêncioa disso, seus antigos aliados Toghrul e Jamuka se tornaram seus inimigos. E em 1201 ele derrota Jamuka.

 

Lutou contra os tártaros e em 1202 conseguiu uma vitirosa campanha militar contra eles. E após este feito ele foi declarado herdeiro de Toghrul. Em 1203 Toghrul morreu acidentalmente. E em 1206 Temdjin foi proclamado Gêngis Khan, que significa "governante universal".

 

Por cerca de três longas décadas ele liderou a confederação mongol em várias campanhas militares que devastaram a Ásia e subjugaram milhões de humanos.

 

Gêngis Khan recorria diversas vezes a guerra psicológica, usava espiões, propagandas e terrorismo.

 

Ele também reestabeleceu as rotas de comércio entre o ocidente e o oriente.

 

Em 1227, morreu com febre.

 

POR ALX

O Imperador Justiniano oferecendo a Igreja Hagia Sofia que está em suas mãos à Virgem Maria e o Menino Jesus.
O Imperador Justiniano oferecendo a Igreja Hagia Sofia que está em suas mãos à Virgem Maria e o Menino Jesus.

A CRISTANDADE NO INÍCIO DA IDADE MÉDIA

Em 7 de Dezembro de 537 EC, o imperador Justiniano dirigiu-se sozinho ao púlpito da recém-terminada Igreja de "Hagia Sofia", Santa Sabedoria em grego, na cidade de Constantinopla. Conta-se que, ao chegar ao púlpito, o imperador estendeu os braços para o zimbório magnífico e exclamou: "Glória a Deus, que me julgou merecedor de acabar esta obra! Salomão ultrapassei-te!" Na verdade, nunca antes um projeto de tanta grandeza, em tão grandes dimensões, fora jamais tentado. A nave era, sópor si, um retângulo enorme de 76 x 32 metros; suspenso bem acima da seção central, o admirável zimbório tinha 32 metros de diâmetro. A imponência da Igreja de Hagia Sofia, juntamente com a suntuosidade da decoração interior, faziam dele a maravilha do Império Bizantino. Um poeta da corte exclamava: "Depois de entrar neste recinto sagrado, ninguém deseja mais sair, e fica olhando tudo em seu redor, movendo a cabeça em todas as direções."

A Igreja completa é representada neste desenho sendo a metade esquerda demonstrando seu interior e a metade direita o exterior.
A Igreja completa é representada neste desenho sendo a metade esquerda demonstrando seu interior e a metade direita o exterior.

Foi, porém, Hagia Sofia que verdadeiramente marcou o esplendor do reinado de Justiniano. O altar era de ouro incrustado de pedras preciosas. A cadeira do bispo era de prata dourada. As paredes, pavimentos e colunas da igreja eram constituídos por muitos mármores diferentes trazidos dos mais distantes lugares - mármores pretos da região do Bósforo, por exemplo, verdes da Grécia, rosados da Frígia. O mármore e a prata brilhavam em todas as horas do dia, pois um anel de janelasde em arco emvolta da base do zimbório inundava a igreja de luz natural. À noite, centenas de lanternas a óleo fixadas em inúmeros candelabros iluminavam as celebrações vespertinas.

Mais do que qualquer outra realização de Justiniano, Hagia Sofia foi um testemunho da força da cristandade e do poderio imperial no Oriente. Grande construtor, Justiniano dirigiu para essa atividade muito da riqueza do Império Bizantino, mesmo em regiões tão distantes como a Síria e a África. Durante o seu reinado, de 527 a 565 EC, ele construiu fortificações aquedutos, pontes, mosteiros, hospitais e igrejas, sendo que 25 delas sóna vizinhança de Constantinopla.

Hagia Sofia, atualmente é apenas um museu, foi durante séculos o centro da igreja ortodoxa, mas em 1453 quando Contantinopla foi conquistada pelos Turcos Otomanos, a igreja foi transformada em mesquita.
Hagia Sofia, atualmente é apenas um museu, foi durante séculos o centro da igreja ortodoxa, mas em 1453 quando Contantinopla foi conquistada pelos Turcos Otomanos, a igreja foi transformada em mesquita.

Mas era o zimbório com nervuras, sem precedentes, parecendo flutuar acima da nave, que causava admiração e deleitava o olhar. Estava apoiado em quatro enormes arcos com 39 metros de altura, o que elevava a altura total do zimbório a 55 metros. Nas palavras de Procópio, historiador que relatou a construção de Hagia Sofia, o elevado teto "parece não assentar em bases sólidas, mas cobrir o espaço coma a sua cúpula dourada suspensa do Céu". Na realidade, o magnífico zimbório estava presoá nave, não tanto pelos quatro arcos, mas por quatro pendentes, ou abóbadas trangulares, que preenchiam os espaços entre os arcos e a base da cúpula. Nunca até então se tinham usado pndentes de tais dimensões - sóna Renascença os arquitetos voltariam a fazê-lo.

O exterior da basílica era relativamente simples, com a sua fachada de mármore em tom cinza. No interior, eras bem diferente: mais de hectare e meio mosaicos de ouro revestiam a cúpula, os arcos e as abóbodas. Dizia-se que as colunas eram santificadas pela presença de relíquias, como um fragmento da cruz, um véu usado pela Virgem Maria e um pedaço do cesto usado quando Jesus realizou o milagre dos pães e dos peixes.

Os fiéis entravam na Igreja de Hagia Sofia pelo átrio, com uma fonte que podiam lavar-se e na qual havia uma inscrição: "Não laves só a tua face, mas também os teus pecados." Milhares de fiéis podiam rezar no interior da igreja, que ficava aberta para as oraçõ diárias. Quando aos domingos e dias festivos, se celebrava a liturgia completa, os fiéis lotavam a nave central, as amplas naves laterais e as galerias superiores. A fim de presenciarem a celebração da Eucaristia - realizada por detrás de um anteparo -, os leigos concentravam em volta do santuário.

O Imperador Justiniano considerava a construção de Hagia Sofia, o seu maior triunfo arquitetônico. Não poupou despesas com materiais e pagou cada trabalhador com uma moeda de prata por dia, conforme ilustrado na gravura a cima.
O Imperador Justiniano considerava a construção de Hagia Sofia, o seu maior triunfo arquitetônico. Não poupou despesas com materiais e pagou cada trabalhador com uma moeda de prata por dia, conforme ilustrado na gravura a cima.

Hagia Sofia foi um emprendimento dispendioso: exigiu o trabalho de cerca de 10 mil operários, e sóo santuário foi adornado com 10 toneladas de prata. Justiniano, que gastara tanto para construir o seu "olho da fé", foi igualmente generoso na sua dedicação. Conta-se que foram mortos aproximadamente mil bois, 6 mil ovelhas, seiscentos veados e dez mil aves e distribuídos aos pobres de Constantinopla mais de um milhão de quilos de farinha. O custo de manutenção de Hagia Sofia consumia o rendimento de 365 fazendas de leste a oeste. Segundo um escritor, os serviços de culto nos dias santos gastavam "mil medidas de azeite, trezentos de vinho e mil pães sacramentais".

Justiniano e seu séquito são imortalizados neste mosaico, o imperador, ao centro, veste púrpura real com um diadema, completado com auréula segurando um vaso sagrado que servia para levar o pão da Eucaristia ao seu lado esta o arcebispo Maximiano.
Justiniano e seu séquito são imortalizados neste mosaico, o imperador, ao centro, veste púrpura real com um diadema, completado com auréula segurando um vaso sagrado que servia para levar o pão da Eucaristia ao seu lado esta o arcebispo Maximiano.

Ironicamente, esse duradouro monumento à cristandade poderia nunca ter sido construído se o imperador quase não tivesse perdido o trono numa revolta civil. A população de Constantinopla seguia com entusiasmo duas facções desportivas, os Azuis e os Verdes, assim chamadas em função das cores que os respectivos condutores usavam nas corridas do hipódromo. Desordeiros e incontroláveis, os Verdes e os Azuis eram conhecidos por instigarem a violência das multidões.

Em Janeiro de 532 EC, o descontentamento generalizado com a administração do governo provocou uma demonstração maciça no hipódromo. Irromperam lutas nas ruas. Dois provocadores - um Verde e um Azul - foram presos e condenados à morte. Enquanto a multidão assistia, o carrasco, exasperado, não cumpriu a missão, e os condenados caíram incólumes, no chão.

A multidão exigiu que os celerados fossem soltos, pois alguns achavam que eles tinham recebido o perdão dos Céus. Quando Justiniano recusou, os Azuis e os Verdes, enfurecidos, juntaram forças e entregaram-se sem freios à distúrbios e pilhagens. Procuraram o odiado prefeito da cidade e incendiaram o seu gabinete. "Niká" gritaram a multidão, o que significa "Vence". A loucura aumentou quando puseram fogo no palácio imperial. As chamas propagaram-se até a velha Hagia Sofia, construída por Constantino. Justiniano cedeu às suas exigências e depôs o prefeito, mas era tarde: a multidão tomara o gosto pelo poder. A Revolta de Niká, como ficou conhecida, continuou. Em breve, Constantinopla via-se convulsionada por uma revolução. A maioria dos senadores fugiu. Durante cerca de uma semana, Justiniano, indeciso, conservou- no palácio, enquanto sua cidade caía nos caos.

A imperatriz Teodora, esposa de Justiniano é representada neste mosaico rodeada pelas suas aias segurando um cálice de ouro e pedras para o vinho da Eucaristia.
A imperatriz Teodora, esposa de Justiniano é representada neste mosaico rodeada pelas suas aias segurando um cálice de ouro e pedras para o vinho da Eucaristia.

Vários conselheiros imploraram-lhe que fugisse para um lugar seguro, mas Teodora, esposa de Justiniano, os silenciou: "Todo homem que nasceu para ver a luz do dia tem de morrer. Mas que alguém que foi imperador se torne um exilado, isso é que não posso suportar. Possa eu nunca perder a púrpura que visto, nem viver até o dia em que o povo deixe de me tratar por "Vossa Majestade".

Em 530 EC, o general Belisário chefe do exército bizantino  derrotou as tropas persas, para comemorar a vitória, Justiniano mandou cunhar esta medalha de ouro.
Em 530 EC, o general Belisário chefe do exército bizantino derrotou as tropas persas, para comemorar a vitória, Justiniano mandou cunhar esta medalha de ouro.

 O imperador ficou e deu ordens ao hábil general Belisário que atacasse as multidões. Este recrutou um exército de mercenários godos, e em menos de uma semana tinham sido mortas cerca de 30 mil pessoas.

Com a supressão da Revolta de Niká, Justiniano confirmara a sua posição de imperador - posição bem distante da de filho de camponeses, em que nascera. Seu tio Justino, comandante da guarda do palácio, proporcionara-lhe uma boa educação. Quando Justino usurpou o título de imperador, em 518 EC, Justiniano revelou-se tão capaz que o imperador, sem filhos, fez dele seu herdeiro legítimo. Depois da morte de Justino, em 527 EC, o sobrinho, então com 44 anos, assumiu o poder. Talvez por causa de sua ascendência humilde, Justiniano tinha vontade de mostrar a pompa e circunstância do seu novo cargo: todos os que se apsentavam a ele recebiam ordens de beijar a fímbria de sua túnica; o dinheiro saía com prodigalidade.

Cristão ortodoxo, Justiniano ordenou que os pagãos fossem à igreja e também batizados, sob pena de exílio e confiscação dos bens. "A esperança em Deus é o nosso único recurso para a existência da monarquia" disse. Tolerava razoavlmente os judeus, mas assegurou-se de que fossem emitidas leis contra as religiões trangeiras, como o maniqueísmo, e contra as "heresias", como o nestorianismo.

Hágia Sofia, atualmente vista do seu interior.
Hágia Sofia, atualmente vista do seu interior.

Decorridos exatamente quarenta dias desde o fim da crise de Niká, a nova Hagia Sofia começava a erguer-se em lugar da antiga, incendiada. Para acelerar a construção, o impador, habilmente, pôs os operários em competição: metade trabalhava do lado direito e a oua no esquerdo. O próprio imperador assentou a primeira pedra. Vestindo uma simples túnica branca e um lenço na cabeça, Justiniano ia muitas vezes ao local medir o progresso de cada equipe. A igreja ficou pronta em menos de 6 anos.

Muitos achavam que o projeto havia sido apresentado ao imperador em sonhos. Na verdade, ele foio desenhado por dois nativos da Ásia Menor. O arqteto-chefe foi Antêmio de Trales, que Procóp definiu como "o homem mais talentoso na técnica especializada conhecidas pela arte da construção".

Na verdade, não era provável que o projeto tivesse sido transmitido a Justiniano num sonho, pois esse governante abstêmio era conhecido como "o imperador que nunca dormia". Aparentemente infatigável, ele lia e trabalhava noite adentro. Solitário por natureza, orava e jejuava com freqüência, e sua maior felicidade era estudar livros religiosos e discutir questões doutrinais com sacerdotes e sábios. Gostava também de música e pode ter composto um hino chamado "Cristo, Filho Único".

Uma das realizações mais elogiosas de Justiniano foi a codificação da lei romana. Embora alguns imperadores antes dele, incluindo Antonino Pio e Adriano, tenham trabalhado nessa codificação, ao chegar o tempo de Justiniano a legislatura era uma coleção desordenada de decretos, com opiniões de especialistas apenas em casos específicos. Justiniano determinou em 528 EC que dez juristas atuassem em comissão para instituição sistemática de um código renovado e claro.

No espaço de 5 anos, a comissão criou uma quantidade de obras legais que iriam ter um impacto enorme sobre as leis, impacto que ainda hoje nos surpreeende. A nova legislação defendia os direitos do escravo em relação ao senhor, do devedor em relação ao credor, da mulher em relação ao marido. Os desprotegidos finalmente ganhavam a proteção da lei.

Como de hábito, a imperatriz Teodora deixou a sua marca na obra do marido: preocupou-se em que fossem decretadas normas que tornassem ilegais o comércio da prostituição e fossem banidos os proxenetas.

Além de proporcionar maior eqüidade perante a lei, os comissário de Justiniano, com habilidade, conseguiram reduzir a legislação total de 3 milhões de linhas para cerca de 150 mil. Esse resumo ou código legal foi publicado em 533 EC. A partir de então, as decisões da corte ficaram subordinadas a ele. Uma segunda versão, publicada em 534 EC, foi a que perdurou. Foi revitalizada pelos juristas da Idade Média, o que pôs os sistemas legais da Europa Ocidental em linha direta com aquilo que Justiniano chamou de "templo sagrado da justiça romana".

Com Justiniano à frente do Império, a Igreja Ortodoxa triunfou, pois não só algumas das novas leis declaravam a heresia um crime

POR JGP

continuarei...

Carlos Magno
Carlos Magno

CARLOS MAGNO, O IMPERADOR DOS ROMANOS( ou dos Francos)

Carlos Magno, filho de Pepino o Breve e neto de Carlos Martel, assumiu o poder sobre os francos em 768, dominando a Europa até 814, um dos maiores impérios do mundo era o império franco, perdendo para os romanos, egipícios e outros poucos governos.Seu apogeu deu-se com Carlos Magno, que governou durante 46 anos. Durante o reinado de Magno, o reino franco expandiu-se muito, alcançando a atual Alemanha fronteira espanhola com a França, norte da Itália, Países Baixos e Leste europeu.Praticamente todas as operações militares de Carlos Magno realizaram-se em nome do cristianismo, convertendo os povos pagãos. Um desses povos eram os Saxões, que não aceitavam o cristianismo, muitos dele foram então deportados, escravizados ou mortos. Relata-se que em um único dia de 782 foram mortos 45 mil saxões. As conquistas de Carlos Magno foram muito importantes para o desenvolvimento da Europa, ele recuperou boa parte do que outrora fora o império romano do Ocidente, assim como Constantino, em 796 Carlos ordenou a construção de uma nova capital, Aquisgrano.Por ter ajudado a igreja Católica na luta contra os Lombardos(Liutprand era o líder deles), em Dezembro de 800 ele foi nomeado Imperador dos romanos, título extinto a mais de 4 séculos.Carlos Magno para facilitar a administração do império, dividiu o poder com os Nobres,  que mais tarde foram por assim dizer rebelando-se contra o Rei, enfraquecendo assim o império.Após a sua morte, em 814, seu filho Luís o Piedoso assumiu o poder. Assim como ocorrera com o seu pai, os nobres não eram muito "amigos" de Luís, com sua morte, seus filhos Lotário, Luís(o Germanico) e Carlos(o Calvo) lutaram pelo poder, dividindo assim o império carolíngio.

POR ALX

Trebuchet
Trebuchet

CASTELO MEDIEVAL

Construídos em locais de difícil acesso, eram fortalezas que protegiam o feudo ou a cidade, era cercado por muralhas, alguns tinham um fosso ao seu redor para dificultar o acesso inimigo.Os castelos tinham vários comodos, como: quartos, poço de água, cozinha, estábulo, sala de reunião, sala de armas, masmorras, na parte externa tinha torres, nas quais poderiam ficar arqueiros para atacar os inimigos.Quanto maior o castelo, maior o poder e prestígio do senhor feudal, e era geralmente sua esposa que se encarregava do suprimento de alimentos e roupas e de gerir o trabalho dos empregados, quando o senhor feudal não estava presente, era ela quem administrava o castelo.Para atacar o castelo, o inimigo prescisaria de alguns Trebuchets, Catapultas e Aríetes.- Trebuchet: era feito de estrutura de madeira e deveria ser alto, para atacar pedras e materiais pegando fogo no castelo, enfraquecendo assim sua estrutura.- Catapulta: estrutura de madeira, com a mesma finalidade do trebuchet, mas era menor e possuía rodas para ser movida.- Aríete: feito de madeira pesada, com ponta coberta de ferro, usada para romper os portões dos muros e portas dos castelos.Feito isso, os inimigos poderiam entrar no castelo, matar as pessoas, ir para o feudo ou cidade, guerrear com o exército dali e se ganhasse tomar aquele local para eles ou então destruí-lo.

POR ALX

CAVALEIROS MEDIEVAIS

Para um homem ser um cavaleiro, ele deveria ser um nobre, que tivesse uma posição de prestígio na socoedade. Suas principais qualidades deveriam ser coragem e lealdade.Para se tornar um cavaleiro, o nobre desde criança passava por uma série de treinamentos, primeiramente com seu pai e quando fosse um pouco mais velho, lá pelos doze anos, ele seria treinado e cuidado por um tutor, protetor ou padrinho.Quando o nobre já estava pronto para se tornar um corajoso e leal cavaleiro, era realizada uma cerimônia, na qual era abençoada as armas, que então seriam entregues ao novo cavaleiro pelo seu instrutor.As peças fundamentais de um cavaleiro eram:

- Elmo (capacete) de metal, usado para proteger a cabeça;

- Escudo de metal, geralmente triangular ou ás vezes retangular, era usada para proteger praticamente todo o corpo, se o cavaleiro estivesse em pé, ele protegeria somente o tronco, mas se estivesse agachado, o cavaleiro conseguiria proteger todo o corpo com o escudo.

- Espada de metal longa, larga e com dois gumes, era usada pelos cavaleiros quando a lança se partia, ou em combate corpo a corpo.

- A lança era de ferro com lâmina triangular. Até o século X media cerca de 2,5 metros, com o tempo chegou a medir até 4 metros.

- Cota de malha, era como um colete ( tipo aprova de balas) de couro, ferro ou outro material. Era usada em baixo da armadura de metal para o tronco do cavaleiro.- Cota de placa de metal, peça de metal que o cavaleiro usava no tronco sobre a cota de malha, protegia o tórax, barriga, costas, ombros e braços.

- Luvas, feitas de couro ou até mesmo de algum metal, lógicamente usadas para proteger as mãos do cavaleiro.

- Perneira, feita de metal, designada para proteger as pernas do cavaleiro, geralmente era usada sobre uma calça.

- Botas, geralmente eram feitas de metal. lógicamente usadas para proteger os pés do cavaleiro.

Os cavaleiros tinham um ajudante chamado escudeiro, aprendizes de cavaleiro que conservavam as armas afiadas, cuidavam dos cavalos e auxiliavam os cavaleiros nos combates.O crescente número de cavaleiros promoveu imensa militarização da sociedade medieval européia. Vilas e comunidades tinham de fornecer armas, feno, carroças e roupas para o exército (cavaleiros incluídos). Foi nescessário recrutar novos escudeiros, desenvolver forjas e ferrarias para a produção de armas e armaduras, aumentar a criação de cavalos, construir estábulos e silos para garantir abrigo e comida aos cavalos.Com o tempo as armas e armaduras dos cavaleiros passaram por aperfeiçoamentos. 

POR ALX

 

CRUZADAS

As cruzadas começaram logo após o papa Urbano II, em 1095, ordenar os cristãos para lutarem contra os mulçumanos em Jerusalém.Os objetivos das Cruzadas eram variados, pois combinavam interesse religioso e econômico:

- Expulsar os mulçumanos de Jerusalém.

- Restituir o cristianismo nas terras bizantinas.

- Sofrer ou morrer em combate em nome da fé cristã, para assim salvar a alma.

- Obter terras para nobres europeus.Para incentivar os cristãos a lutarem, a igreja prometia benefícios materiais e espirituais, como o perdão de pecados, proteção sobre os familiares e bens materiais, entre outras coisas.

As Cruzadas duraram cerca de 3 séculos, começando no século XI e terminando no século XIII, trazendo muita morte e destruição.Nesses 3 séculos 8 expedições partiram da Europa para o Mediterrâneo Oriental, veja aseguir a cronologia das cruzadas:

- Primeira Cruzada (1096-1099). Cruzada dos Nobres, conquistou Jerusalém e organizou ali um reino latino, que não durou muito tempo.

- Segunda Cruzada (1147-1149). Fracassou na tentativa de reconquistar Jerusalém.

- Terceira Cruzada (1189-1192). Cruzada dos monarcas, estabeleceu acordos diplomáticos com os turcos, facilitando a peregrinação de cristãos para Jerusalém.

- Quarta Cruzada (1202-1204). Organizada pelo papa Inocêncio III e liderada por mercadores de Veneza, desviou-se de Jerusalém, rumando para Constantinopla, violentamente saqueada.

- Quinta Cruzada (1217-1221). Iniciada pelo papa Inocêncio III, tentou conquistar o Egito, mas fracassou.

- Sexta Cruzada (1228-1229).  Liderado pelo Imperador alemão (Sacro Império Romano) Frederico II, reconquistou jerusalém, mas alguns cavaleiros com inveja do imperador, tramaram contra ele, que por fim foi excumengado da igreja católica. Como resultado da burrice desses cavaleiros e dos católicos, Jerusalém foi retomada pelos muçulmanos.

- Sétima e Oitava Cruzada (1248-1270). Liderada pelo rei da França Luís IX, foram derrotados pelos muçulmanos.Os resultados das Cruzadas foram:

- Desorganização da produção agrícula em território europeu, pois os servos e os senhores deixaram suas terras para lutarem.

- Expansão da cristandade pela Europa Oriental e reconquista cristã da Península Ibérica.- Fim do domínio muçulmano no Mar Mediterrâneo, e restabelecimento das rotas comerciais entre Europa e Ásia.

- Revitalização das cidades em razão do impulso promovido pelas atividades  comerciais.

POR ALX

 

Templo de Caaba
Templo de Caaba

CIVILIZAÇÃO ÁRABE

 

A civilização árabe ou islâmica surgiu no Oriente Médio, numa península desértica situada entre a Ásia e a África. É área de aproximadamente um milhão de quilômetros quadrados, com centenas de milhares recobertos por um enorme deserto, pontilhados por alguns oásis e por uma cadeia montanhosa, a oeste. Somente uma estreita faixa no litoral sul da península possui terras aproveitáveis para a agricultura. 
Até o século VI, os árabes viviam em tribos, sem que houvesse um Estado centralizado. No interior da península havia tribos nômades de beduínos, que viviam basicamente do pastoreio e do comercio. Às vezes entravam em luta pela posse de um oásis ou pela liderança de uma rota comercial. Também era comum o ataque a caravanas que levavam artigos do Oriente para serem comercializados no Mar mediterrâneo ou no Mar Vermelho. 
Apesar de dispersos num grande território os árabes edificaram algumas cidades, entre as quais as mais importantes localizavam-se a oeste, na parte montanhosa da Península Arábica. Eram elas: latribe, Taife e Meca, todas na confluência das rotas das caravanas que atingiram o Mar Vermelho. A cidade de Meca era, sem dúvida, a mais destacada, pois, como centro religioso de todos os árabes, ali se reuniam milhares de crentes, o que tornava seu comércio ainda mais intenso. 
Embora fossem politeístas e adorassem diversas divindades, os ídolos de todas as tribos estavam reunidas num templo, chamado Caaba, situado no centro de Meca. A construção, que existe até hoje, assemelha-se a um cubo e, assim como a administração da cidade, ficava sob os cuidados da tribo dos coraixitas. 

Por ALX

Germânicos
Germânicos

Os Bárbaros

 

Os gregos e os romanos denominavam de bárbaro todos os povos estrangeiros que não falavam latim e grego, com costumes e culturas diferentes . De diversas origens, esses povos, viviam no norte e leste da europa e no continente asiático, podem ser agrupados em:

- Nômades provenientes da Ásia central, entre eles os hunos(provável origem mongol), os ávaros, e os magiares.

- Eslavos de origem indo européia( russos, croatas, tchecos, poloneses, ucranianos, húngaros, entre outros povos).

- Germânicos, de origem indo euriopéia, entre eles os: suevos, lombardos, tetônicos, francos, godos, visigodos, vândalos, burgúndios, entre outros povos. As primeiras invasões bárbaras, foram a penetração pacífica do germanos no império Romano, por volta de 500 AEC. Mas a partir do século V as invasões passaram a ser violentas, e causaram guerras.

Foi a invasão dos germanos que desestroturaram o impéio Romano. As primeiras invasões se deram em 375 dc, quando os hunos vindo da ásia foram em direção a Europa Central, liderados por Átila, eles tiveram sucessivas vitórias contra os germanos na Europa. No início do século 5, formaram um grande reino abrangendo parte da Europa central e oriental e regiões da Ásia. Os germanos foram então em 406 , para dentro do império Romano.

Por ALX

Pepino, O Breve
Pepino, O Breve

FRANCOS- CLÓVIS, CARLOS MARTEL, PEPINO O BREVE.

 

 

Até o século V o povo franco estava dividido em diferentes tribos, mas foram unificadas por Clóvis. Ele organizou o reino franco internamente e delimitou suas fronteiras, é por causa disso que ele foi reconhecido como o primeiro rei dos francos. Assim deu início á dinastia merovíngia.

Um fato que o ajudou a fortalecer seu poder foi ele ter se convertido ao cristianismo. Após a morte de Clóvis, o reino foi dividido entre sus três filhos.

Os filhos e netos de Clóvis tentaram dividir o reino entre si, o que enfraqueceu o poder real e fez com que o Prefeito de Palácio tivesse mais poder.

Em 732 Carlos Martel enfrentou e venceu as invasões do árabes mulçumanos ao reino. A partir disso, Martel teve seu poder centralizado e fortalecido. Após a morte de Carlos Martel, seu filho, Pepino, o Breve, assumiu o cargo e derrotou os lombardos na itália, e deu suas terras a igreja.

Em 751 Pepino derrotou o último rei da dinastia merovíngia e iniciou uma nova dinastia, a dinastia Carolíngia.

Por ALX

IMPÉRIO CAROLÍNGIO- CARLOS MAGNO

Carlos Magno era filho de Pepino, O Breve, assumiu o trono em 768 e reinou até 814. Durante seu reinado o Estado franco se expandiu e se fortaleceu, alcançando o que hoje é a Alemanha, Pireneus e norte da Itália.

O maior destaque de seu reinado foi as ações que levaram a estruração do feudalismo.

O seu êxito no poder e nas conquistas deu-se por sua aliança com a Igreja Católica. Por ter ajudado a igreja na luta contra os lombardos, em 800 recebeu o título de imperador dos romanos(caráter meramente de honra).

A expansão do seu império não foi apenas territorial mas também cultural, o "Renascimento Carolíngio". 

Por ALX

Um Susserano e os Vassalos.
Um Susserano e os Vassalos.

FEUDALISMO

 

O Feudalismo começou com as invasões germânicas do século V, suas principais características eram:

- Descentralização do poder;

- Econômia baseada na agricultura;

- Trabalho de servos- laços de vassalagem entre susserano(senhor feudal) e vassalo(servo, campones, aldeão);

Sobre a última característica podemos comentar que: O servo trabalhava no feudo, tinha a proteção do senhor feudal, podia ter sua própia produção (alimento, roupa, etc), mas em troca ele teria de servir ao senhor feudal o resto de sua vida,  quando prescisasse teria de se tornar um soldado para proteger o feudo.

A nobreza feudal (senhores feudais, cavaleiros, condes, duques, viscondes) era detentora de terras e arrecadava impostos dos camponeses.

Econômia

A economia feudal baseava-se principalmente na agricultura. Existiam moedas na Idade Média, porém eram pouco utilizadas. As trocas de produtos e mercadorias eram comuns na economia feudal. O feudo era a base econômica deste período, pois quem tinha a terra possuía mais poder. O artesanato também era praticado na Idade Média. A produção era baixa, pois as técnicas de trabalho agrícola eram extremamente rudimentares. O arado puxado por bois era muito utilizado na agricultura.

Religião 

Na Idade Média, a Igreja Católica dominava o cenário religioso. A igreja era dona de quase todas as terras da Europa na Idade Média.

Fim do Feudalismo

O feudalismo não terminou de forma repentina. Ele foi aos poucos se enfraquecendo e sendo substituído pelo sistema capitalista. Pode-se dizer que o feudalismo começou a entrar em crise, em algumas regiões da Europa, já no século XII, com várias mudanças sociais, políticas e econômicas. O renascimento comercial, por exemplo, teve um grande papel na transição do feudalismo para o capitalismo.

Por ALX

 

Muralhas de Constantinopla
Muralhas de Constantinopla

O IMPÉRIO BIZANTINO

 

A origem do Império Bizantino está na decadência do império Romano.

Em 330 d.C, o Imperador Romano Constantino transferiu a capital do império para Bizâncio(mais tarde conhecida como Constantinopla), assim deslocando o centro do Império Romano para o Oriente.

Em 336, Teodósio dividiu o Império em dois: Império Romano do Ocidente(capital era Milão) e Império Romano do Oriente(capital era Constantinopla).

Enquanto a parte ocindental do império caía, Constantinopla se firmava como uma grande cidade, que duraria até o ano de 1453.

Povos que formavam o Império Romano do Oriente(Império Bizantino):

- Gregos;

- Sírios;

- Asiáticos;

- Egipícios;

- Semitas.

O Império Bizantino manteve-se em torno da língua grega, e da religião Cristã Ortodoxa, desenvouveu intensa atividade comercial, marítima e terrestre, levantando assim uma grande civilização da Idade Média.

A produção agrícula era dominada pelo estado e como sempre principalmente pela igreja e mosteiros.

Lentamente as pequenas propriedades foram indo para a mão do Estado, concentrando a produção rural nas mãos dos nobres.

A grande prosperidade que o império teve até o século IX foi principalmente por causa do comércio.

Abaixo seguem três fatores que contribuíram para isso:

- Localização geográfica(união da Europa e Ásia);

- Ótimos portos no Mediterrâneo;

- Forte força naval bizantina.

Divisão da sociedade bizantina:

1º- Nobres(aristocratas);

2º- Artesãos e pequenos comerciantes;

3º- Camponeses livres;

4º- Escravos.

O império dirigia e administrava toda a econômia por meio de regulamentações e leis.

O imperador era considerado a manifestação humana de deus.

Apogeu e Decadência do Império

O Império Bizantino atingiu seu apogeu durante o speculo VI, no reinado Justiniano.

Jsutiniano organizou um plano político(Código Justiniano)  dividido em três partes:

1°-  Código(reunião das leis);

2º- Instituras(Direito romano);

3º- Novelas(leis publicadas no governo Justiniano).

Tentou reconstruir o Império Romano por conquistar províncias na África e Europa, para sustentar as forças militares, ele foi obrigado a aumentar os impostos, o que gerou instisfação que enfraqueceu as fronteiras do leste, debilitando o império.

A morte de Justiniano reforçou a decadência do império, e no século XIII, Constantinopla foi invadida na quarta cruzada e saqueada pelos venezianos.

Mas o fim do Império Bizantino ocorreu em 1453, com a invasão dos Turcos Otamanos, acontecimento que marca o início da IDADE MODERNA.

 

Por ALX

Vlad Tepes
Vlad Tepes

VLAD TEPES

 

Este artigo será um breve resumo da história de Vlad Tepes, mais conhecido como Conde Drácula.

Para falarmos corretamente sobre a vida de Tepes, prescisamos falar sobre seu pai, Vlad Dracul.

Dracul tinha autoridade sobre certas terras, não gostava do sultão Murad II, mas como Murad estava sendo bem sucedido, Dracul falsamente se aliou a ele.

Tempo depois Murad II desconfiou de Dracul e mandou prendelo, acusando-o de deslealdade, mas para se salvar, trocou seus dois filhos para ser liberto, e as crianças ficaram presas no lugar dele. Seus nomes eram: Vlad e Radu Tepes.

Depois de liberto, Vlad Tepes quis vingança, se tornou bem sucedido em suas campanhas militares e para mostrar para os outros que era ele quem mandava, Vlad empalava seus inimigos.

O que é empalamento? É a mais terrível forma de morrer, segue abaixo os passos para se empalar uma pessoa:

-Estaca pontiaguda;

-Uma pessoa;

-Inserir a estaca no ânus da pessoa ou infincar a estaca nas costas da pessoa, transpassando todo o corpo e deixando-a exposta a luz do dia, para os outros verem o que acontecia com seus inimigos.

Apesar de ser temido por muitos, o povo da Romênia, Trânsilvania e aqueles lugares do leste europeu consideram Vlad Tepes um herói.

Com respeito ao nome Drácula e Dracul, significa Filho do Dragão ou do Diabo, mas pode ter a ver com um grupo secreto chamado Ordem do Dragão(estilo os cruzados), para proteger a igreja.

Por ALX     

Rei Arthur(filme sobre a outra história do Rei. Arthur é interpretado por Clive Owen)
Rei Arthur(filme sobre a outra história do Rei. Arthur é interpretado por Clive Owen)

REI ARTHUR

 

O Personagem mais conhecido da Idade Média, Rei Arthur pode não passar de uma lenda. Lembramos que alguém realmente pode ter existido, mas se tornou uma lenda por causa dos enfeites colocados nas história sobre tal pessoa, o mesmo pode ter ocorrido com Arthur, ele pode sim ter existido, mas não como falam, pode realmente ter sido um rei. Deixemos esse papo de real ou não real de lado e falemos sobre a história deste Personagem.

Reza a lenda que o Mago Merlin, após a morte de Uther, pai de Arthur, teria entregado o bebê Arthur para um nobre(Hector) cuidar dele, que sabendo que ele era filho de um rei o colocou para fazer o trabalho pesado da casa onde morava. Hector e seu filho(Kay) maltratavam Arthur. Certo dia chegou até eles a notícia de que quem tirasse uma espada encravada numa pedra seria o Rei da Bretanha, Merlin teria feito um feitiço para que somente Arthur tirasse a espada da pedra. O Nobre, seu filho e Arthur foram até o local onde estava encravada a lendária espada Excalibur, dotada de poderes místicos. Homens tentaram em vão tirar a espada, e somente Arthur conseguiu retirá-la, todos ficaram surpresos. Arthur se tornara(por direito, além de ter retirado a espada ele era filho do antigo Rei Uther) o novo Rei do Bretões.

Arthur governou o povo com sabedoria, e mais tarde se casou com Guinivere.

Ele também fundou o grupo Os Cavaleiros da Távola Redonda.

Depois de algum tempo Guinevere traiu Arthur com seu mais confiável cavaleiro, Lancelot.

O Rei teve um filho com uma mulher chamada Morgana, cujo nome do filho era Mordred, que mais tarde teria importante papel na morte do Rei.

A lenda ainda fala que em certa batalha contra um poderosa inimigo, Athur teria usado todo o poder da Excalibur para vencer a luta, após isso a espada teria se quebrado e Arthur desapontado a jogou num lago.

Tempo depois a Dama do Lago teria consertado(ou arrumado uma nova espada) para Arthur.

Anos se passaram e na batalha de Avalon o Rei foi atingido por um golpe de seu filho e inimigo mortal Mordred. Logo depois o mais querido Rei dos Bretões morreu.

Voltando a falar sobre se Arthur realmente existiu, possamos dizer que talvez sim, pois já foram encontrados vestigíos de um Rei inglês chamado Arthur. Afirmo que essa não é a única história do Rei, à outras, menos mágicas e mais realistas, como a retratada no filme King Arthur(o Rei é interpretado por Clive Owen).

Por ALX

Pirâmedi Asteca no México
Pirâmedi Asteca no México
Guerreiro Jaguar Asteca
Guerreiro Jaguar Asteca

ASTECAS (1325-1521)

Controle político da populosa e rica agricultura do Vale Central do México caiu em confusão após 1100. Aos poucos, assumindo o poder cada vez maior foram os astecas, provavelmente uma tribo do norte, que haviam migrado para o vale e ocuparam uma cidade pequena na margem do grande lago central. Eles eram uma sociedade que valorizava as habilidades de guerreiros acima de todos os outros, e essa ênfase deu-lhes uma vantagem contra tribos rivais na região. Até o final do século 15, os astecas controlavam toda região central do México como um império militar que recolheu o tributo de rivais.
A cultura asteca desenhou sobre a experiência daqueles que vieram antes dele e inventou pouco que era novo. Eles tinham uma agricultura avançada, que apoiou uma população muito grande. Eles construíram imensos edifícios de grande projeto e floresceu em muitas artes. Eles eram trabalhadores de metal adeptos, mas não tinha ferro. Sem qualquer animal de carga adequada, que não fez uso motivo da roda.
Uma das características distintivas da cultura asteca era sua propensão para o sacrifício. Mitos astecas ditou que o sangue humano ser alimentado com o Sol para dar-lhe força para levantar a cada dia. Sacrifícios humanos eram realizados em grande escala; vários milhares em um único dia não eram incomuns. As vítimas eram geralmente decapitadas ou esfoladas, e corações foram cortadas de vítimas vivas. Sacrifícios foram realizadas no topo de altas pirâmides para estar perto do sol eo sangue escorria pelos degraus. Embora a economia asteca foi baseada principalmente em milho (ou milho), as pessoas acreditavam que as colheitas dependiam do fornecimento regular de sangue do sacrifício.
A procura incessante por vítimas sacrificiais significava que os astecas tolerado perder o controle sobre as cidades satélites porque revoltas freqüentes oferecidas oportunidades para capturar novas vítimas. Durante os tempos de paz ", guirlanda guerras" foram arranjados estritamente como concursos de coragem e habilidade, guerreiro e com a finalidade de vítimas de captura. Eles lutaram com bastões de madeira para mutilar e atordoar, e não matar. Ao lutar para matar, os clubes foram cravejado com lâminas de obsidiana.
Apesar de sua grande agricultura e artes, os astecas aparecem em retrospecto para ter sido uma sociedade em declínio. Eles passaram em nenhuma tecnologia significativo ou idéias de religião ou de teoria política. Sua civilização foi trazida a um fim abrupto com a chegada dos espanhóis no início do século 16. Já devastado pela doença Europeia passou primeiros comerciantes, eles entraram em um pequeno exército espanhol armados com armas de aço, armas de fogo, e montando alguns cavalos. A crueldade dos astecas contribuiu para a sua queda, tornando mais fácil para o espanhol para se alistar aliados entre os astecas não-no México.

 POSTADO PR ALX, TEXTO DO AOE II

Os Maias (250 a 1546)

Os maias ocuparam a península de Yucatán, Honduras moderna, e atual Guatemala. Eles datam talvez para o segundo milênio aC, mas atingiu o pico entre 600 e 900 dC. Embora eles viviam em terras de valor agrícola marginal, eles criaram monumentos e centros cerimoniais quase tão impressionantes quanto os do Egito. A extensão do edifício cerimonial é surpreendente, porque a sua religião era relativamente simples. Sua arquitetura também foi menos desenvolvido, embora inegavelmente impressionante, comparado aos avanços contemporâneos feitos em outras partes do mundo. Eles inventaram uma linguagem única escrito que só está sendo decifrado hoje. Três livros maias sobrevivem até o presente, os restos de um número muito maior destruído pelos europeus que temiam que elas continham heresia.
Os maias eram muito proficiente em matemática e astronomia. A compreensão e previsibilidade dos movimentos das estrelas e do planeta foi fundamental para o cálculo de seu calendário e da datação de cerimônias importantes. Eles viviam em pequenas aldeias que não sobreviveram, mas reuniu em seus centros para eventos importantes. Nobres guerreiros e sacerdotes controlados sua sociedade.
Os Maias entrou em declínio no século X, talvez devido ao terremoto ou erupção vulcânica. Muitos de seus importantes sítios cerimoniais foram posteriormente abandonado. Guerreiros da região central do México, em seguida, invadiram seu território e eles quebraram em agrupamentos de pequenas cidades na floresta tropical. O último centro maia foi capturado pelos espanhóis, no século 17, mas até dois milhões de pessoas de ascendência maia residem em Yucatán hoje.

POSTADO POR ALX, TEXTO DO AOE II

 

Navio Viking
Navio Viking

 

Vikings (500 a 1100)

Os Vikings (que significa "nortenhos") eram a última das tribos bárbaras chamada alemães pelos romanos para aterrorizar a Europa. Espalhados para fora de seus países de origem na Escandinávia, eles golpearam de repente pelos mares dos seus barcos de dragão (chamado assim por causa das cabeças de dragão esculpida na proa e na popa). Eles começaram invadindo, saqueando, e retirando antes de qualquer resistência ser montada.

Eventualmente, eles ocuparam e se estabeleceram partes significativas da Europa.
Sendo pagão, eles não hesitam em matar os clérigos e propriedades da igreja pilhagem, e eles eram temidos por sua crueldade e ferocidade. Ao mesmo tempo, eram artesãos notáveis, marinheiros, exploradores e comerciantes.
As terras dos Viking eram Noruega, Suécia e Dinamarca. Eles e seus descendentes controlaram, pelo menos temporariamente, a maior parte da costa do Báltico, grande parte do interior da Rússia, da Normandia, em França, Inglaterra, Sicília, sul da Itália, e partes da Palestina. Eles descobriram a Islândia em 825 (monges irlandeses já estavam lá) e lá se estabeleceram em 875. Eles colonizaram a Groenlândia em 985. Algumas pessoas pensam que os vikings chegaram Newfoundland e explorou parte da América do Norte, 500 anos antes da viagem de Colombo.
Vikings começou a invadir e resolver então ao longo do Báltico oriental do Mar, nos séculos VI e VII. No final do século VIII, eles estavam fazendo invasões muito tempo abaixo dos rios da moderna Rússia e montando fortes ao longo do caminho para a defesa. No século IX, eles estavam governando Kiev e em 907 uma força de dois mil navios e 80.000 homens atacou Constantinopla. Eles foram comprados fora pelo imperador de Bizâncio com condições muito favoráveis ​​de comércio.
Vikings bateu primeiro no Ocidente no final do século oitavo. Os dinamarqueses atacaram e saquearam o mosteiro famosa ilha de Lindisfarne, na costa nordeste da Inglaterra, começando uma tendência. O tamanho ea freqüência de ataques contra a Inglaterra, França e Alemanha aumentaram ao ponto de se tornar invasões. Assentamentos foram estabelecidas como bases para ataques posteriores. Assentamentos vikings na noroeste da França veio a ser conhecido como Normandia ("do nortenhos"), e os moradores foram chamados normandos.
Em 865 um grande exército dinamarquês invadiu a Inglaterra, e passou a segurar muito de Inglaterra para os próximos dois séculos. Um dos últimos reis de toda a Inglaterra antes de 1066 foi Canuto, que governava a Dinamarca ea Noruega simultaneamente. Em 871 outra grande frota navegou pelo Rio Sena para atacar Paris. Eles cercaram a cidade por dois anos, antes de ser comprado fora com um grande pagamento em dinheiro e permissão para pilhar parte de França ocidental desimpedido.
Em 911 o rei francês fez o chefe Viking da Normandia um duque em troca de converter-se ao cristianismo e deixar de invadir. Do Ducado da Normandia veio uma série notável de guerreiros, incluindo Guilherme I, que conquistou a Inglaterra em 1066, Guiscard Robert e sua família, que assumiu Sicília dos árabes entre 1060 e 1091, e eu Baldwin, rei do reino cruzado de Jerusalém .
Ataques vikings pararam no final do século décimo. Dinamarca, Suécia e Noruega se tornou reinos, e muito da energia do rei deles foi dedicado a correr as suas terras. A difusão do cristianismo enfraqueceu as antigas guerreiro pagão que morreram fora. Os nórdicos também foram absorvidos pelas culturas nas quais eles tinham intrometido. Os ocupantes e conquistadores da Inglaterra tornaram-se Inglês, os normandos tornaram-se francês, e tornou-se o Rus russos.

POSTADO POR ALX, TEXTO DO AOE II

Areópago na Grécia.
Areópago na Grécia.
Casa Medieval.
Casa Medieval.
Queda da Bastilha na Revolução Francesa.
Queda da Bastilha na Revolução Francesa.
Tio Sam.
Tio Sam.
Queda do Muro de Berlim.
Queda do Muro de Berlim.
Sede da ONU em New York.
Sede da ONU em New York.
Sede da União Européia.
Sede da União Européia.
Spock, Kirk e McCoy na ponte da Enterprise.
Spock, Kirk e McCoy na ponte da Enterprise.
Tartarugas Ninjas.
Tartarugas Ninjas.
Sol.
Sol.